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MANDIOCA/PERSPEC 2019: TAMANHO DA OFERTA E PREÇOS MENORES PREOCUPAM

Por: CEPEA

Cepea, 17/01/2019 – Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, 2019 deve ser de incertezas quanto à quantidade ofertada de mandioca, visto que, em 2018, produtores optaram pela colheita de lavouras de um ciclo. Assim, são poucas as lavouras de dois ciclos para este ano. Vale ressaltar que devido aos bons preços observados entre meados de 2016 e boa parte de 2018, muitos mandiocultores persistem na atividade. Além disso, o clima pode ser determinante para a oferta de raízes em 2019.

Muitos produtores voltaram a investir na cultura em 2018. Apesar de as cotações de raiz de mandioca cederem mais de 50% no ano passado, ainda eram atrativas. Desta maneira, para 2019 é esperada elevação na área, que deve ser de lavoura de um ciclo, visto que muitos mandiocultores intensificaram a colheita de raízes mais novas em 2018. Quanto ao clima, o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec) indica probabilidade de 80% do fenômeno El Niño no primeiro trimestre, diminuindo para 49% no segundo trimestre, voltando a neutralidade somente no período compreendido entre junho e agosto.

Assim, a intensão pela colheita irá depender dos patamares de preços. Segundo colaboradores do Cepea, em caso de cotações abaixo dos patamares atuais (na casa de R$ 0,60 por grama de amido), produtores devem optar pela poda e pela colheita no final de 2019 ou mesmo início de 2020. Porém, se os preços estiverem superiores a R$ 0,75/grama podem ser considerados atrativos para a atividade.

No campo, há relatos de incidência de bacteriose em parte das lavouras implantadas no primeiro semestre do ano passado. Por outro lado, aquelas cultivadas nos últimos meses de 2018 apresentam melhor desenvolvimento vegetativo. Desta forma, a produtividade deve ser divergente entre regiões e lavouras de diferentes períodos de plantio.

No campo, há relatos de incidência de bacteriose em parte das lavouras implantadas no primeiro semestre do ano passado. Por outro lado, aquelas cultivadas nos últimos meses de 2018 apresentam melhor desenvolvimento vegetativo. Desta forma, a produtividade deve ser divergente entre regiões e lavouras de diferentes períodos de plantio.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta diminuição de 3% na área plantada com mandioca no Brasil entre 2016 e 2017. Para este ano, a Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab/Deral) estima um crescimento de 8% na área disponível com raiz no estado, que deve chegar a 154,13 mil hectares. Ainda, é esperado aumento de 3% na produtividade agrícola, que deve ser de 24,5 toneladas por hectare. Assim, a produção paranaense deve atingir 3,4 milhões de toneladas neste ano, 11% acima da temporada 2017/18.

O volume de processamento deve ter aumento ainda mais expressivo em 2019, importante fator para reduzir a ociosidade e os custos industriais, uma vez que nos anos anteriores as empresas trabalharam, em média, com 50% da capacidade instalada.

O volume de processamento deve ter aumento ainda mais expressivo em 2019, importante fator para reduzir a ociosidade e os custos industriais, uma vez que nos anos anteriores as empresas trabalharam, em média, com 50% da capacidade instalada.

Quanto ao Nordeste, em 2019, deve ter raízes suficientes para atender à demanda local. Dependendo das condições climáticas, a área plantada pode crescer nos estados de Alagoas e Pernambuco, que têm se destacado como importantes polos produtores de raízes e de farinha, que atendem os demais estados da região.

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Amido modificado é tema de curso promovido pelo CeTeAgro da UCDB

Por: UCDB

Neste mês, a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) promoveu um curso de extensão intensivo de Amido Modificado direcionado aos analistas de laboratório, de desenvolvimento e controle de qualidade e, também, aos vendedores técnicos, com o intuito de capacitá-los para elaborar, analisar e aplicar esse ingrediente muito utilizado pela indústria alimentícia.

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